Ateísmo: Parábolas e reflexões sobre o ateísmo na luz da lógica e das ciências


As bactérias e o ateu
Certa vez o médico Valtair Steen visitou a casa de uma menina doente e viu a cozinha escura, sem janela e com uma pia em grande parte de concreto e madeira. Ele reparou a falta de limpeza e orientou que teria milhões de bactérias fervilhando ao redor da pia e que a senhora, mãe da menina doente, deveria ter o maior cuidado com a limpeza e higiene neste lugar. A senhora, constrangida, pôs os óculos e disse: “Mesmo de óculos não vejo nada. Será que o senhor tem olhos tanto melhores?”
O médico sorriu e disse: “Também eu não vejo as bactérias. Mas colegas, que trabalham nesta área de higiene falam que, em geral, ao redor das pias na cozinho concentram-se muitas bactérias.”
Mas o senhor acredita em tudo o que os outros falam, mesmo se nunca vê esses bichos?”
Bom, não acredito em tudo. Mas quando fez faculdade já vi bactérias pelo microscópio, e se um homem de confiança me fala, que descobriu já bactérias em muitas pias, não tem razão para não acreditar nele, né.”
Será mesmo?”
É mesmo assim. É a mesma lógica por que sabemos que Deus está presente. Agora não o veem nem ouvem nem sentem. Mas talvez já em outro momento o sentimos ou ouvimos. E mesmo se jamais tivéssemos tido uma experiência própria com Deus, acreditaríamos em homens e mulheres de confiança, que têm tais experiências e confirmam que Deus está sempre presente. Seria muito estúpido alguém em tal situação negar a presença ou até a existência de Deus. Pela mesma razão também devemos conformar com o fato que sua pia deve estar empestada de muitas bactérias e aplicar uma limpeza cuidadosa e aplicar cloro.”


O ateu e o macaquinho
Um ateu é como uma criança de 3 anos, que não consegue enxergar um objeto longe ou escondido. Certa vez vi um macaquinho mico-dourado numa arvore e mostrei para as crianças numa creche, onde busquei um menino de 3 anos de um amigo. Este não conseguiu ver o macaquinho e alguns outros, que já acharam o macaquinho, até riram dele, porque ele gritou o tempo todo “Cadê, cadê?”. Aí ele ficou com raiva e em casa ele reclamou com meu amigo que eu tivesse inventado um macaquinho. Ele contou isso várias vezes, e assim ainda hoje se lembra desse dia. Ele continua insistindo em que o macaquinho era uma invenção minha e que as outras crianças caíram nisso. Ele fala que o mico dourado é extinto no Brasil.
Tão emburrecidos são os ateus. Eles não enxergam Deus, ficam com raiva e falam que Deus não existe, embora que tenha tantas testemunhas, que o conhecem por experiências pessoais, milagres e mais.


O ateu e a Pomerânia
Certa vez dei uma palestra em uma vila brasileira com muitos descendentes de imigrantes pomeranos. Pomeranos são uma das mais ou menos vinte tribos alemãs, que se reuniram antigamente e fundaram a Alemanha. A região deles se chama Pomerânia.
Muitos pomeranos acreditaram, que a Pomerânia não existe mais, e meu anfitrião me mostrou um livro, onde o autor escreve, que a Pomerânia foi extinta. Meu anfitrião conhece o autor um pouco, e contou, que ele escreveu o livro, embora que nunca fosse para a Alemanha.
“Pois é”, falei. “Eu sou da Alemanha. E já fiz muitas viagens para a Pomerânia, assim como meus pais e vários amigos. Posso garantir, então, que a Pomerânia existe.”
Meu anfitrião e outras pessoas de lá, que me conheceram durante a minha passagem nessa vila, acreditam em mim. Mas pode ser que tem pessoas que acreditam no autor desse livro. Talvez eles pensem, que eu estava mentindo para me fazer de importante com uma mensagem diferente, ou queria enganar o povo para depois tirar um aproveito. Quem sabe alguém me paga para difundir mentiras sobre a Pomerânia. Pode ser também, que eu mesmo acredito em minhas palavras e me enganei a mim mesmo. Talvez passasse por uma paisagem que tinha uma semelhança com a Pomerânia, ou sonhei de tal viagem, e depois achei que já estive na Pomerânia. Eu seria então simplesmente uma vítima de alucinações, desejos, sonhos ou fenômenos psicológicos. Igualmente meus pais e amigos poderiam ser afetados por alucinações e outras perturbações, ou mentem porque tem interesses financeiros.
Exatamente o mesmo acontece se eu conto de Deus. Muitos acreditam, que Deus não existe, e um colega me mostrou um livro, onde o autor escreve, que Deus não existe. Ele conhece o autor um pouco, e contou, que ele escreveu o livro, embora que nunca tivesse uma experiência religiosa como um encontro com Deus ou um verdadeiro milagre.
“Pois é”, falei. “Eu sou cristão. E já fiz muitas experiências pessoais com Deus, assim como meus pais e vários amigos. Posso garantir, então, que Deus existe.”
Meu colega e outras pessoas, que me conheçam, acreditam em mim. Mas pode ser que tem pessoas que acreditam no autor desse livro. Talvez eles pensem, que eu estou mentindo para me fazer de importante com uma mensagem diferente, ou queria enganar o povo para depois tirar um aproveito. Quem sabe alguém me paga para difundir mentiras sobre Deus. Pode ser também, que eu mesmo acredito em minhas palavras e me enganei a mim mesmo. Talvez passasse por uma experiência que teve uma semelhança a coisas sobrenaturais, ou sonhei de tais coisas, e depois achei que seria verdade. Eu seria então simplesmente uma vítima de alucinações, desejos, sonhos ou fenômenos psicológicos. Igualmente meus pais e amigos poderiam ser afetados por alucinações e outras perturbações, ou mentem porque tem interesses financeiros.




 
Foto: Hitler e Stalin, os líderes nazista e comunista,
mataram juntos mais de 40 milhões. A aliança entre
eles acabou, quando Hitler atacou o Stalin, embora
que ele estava em uma guerra empatada com os
ingleses. Fato que levou ao fim dos nazistas.

O ateísmo, os nazistas e o comunismo 
 
Recentemente li no facebook a teoria que o mundo seria melhor se todos fossem ateístas. Quem mandou-me a mensagem foi um jovem brasileiro que certamente nunca vivia em um mundo ateísta.
Refleti um pouco e admirei tamanha ignorância. Porque o ateísmo já foi implantado em muitos países, sobretudo pelo nazismo (Alemanha, 1933 – 1945, 20 milhões de mortos, torturas, estupros etc.) e pelo comunismo (1917 até hoje, mais de 30 milhões de mortos, possivelmente mais de 60 milhões, torturas, estupros, etc.).
Quando lembrei desses fatos em uma resposta ao artigo o jovem brasileiro alegou que os comunistas nunca proibiram a religião e o Hitler foi, segundo ele, crente. Agora fiquei ainda mais surpreendido. Será que ele conheceu o Hitler? Será que ele já viveu em um país comunista?
A resposta é negativa. Ele fala simplesmente o que ele acha por bem e conveniente com sua fé ateísta. Não se interessa por argumentos científicos e empíricos como testemunhos.
Eu posso garantir que em países comunistas não existe liberdade religiosa. Na Coreia do Norte existe até hoje perseguição acirrada. No antigo bloco comunista teve épocas com perseguições que levaram milhares pastores, padres e outros cristãos, mas também budistas e membros de outras religiões para morte e prisão, mas foram exceções. Na maioria dos anos em que os comunistas governavam a pressão era menos pesada. Cristãos não podiam estudar (por falta de uma nota boa na desempenho social, já que eles frequentaram cultos e grupos de igrejas em vez de glorificar somente o comunismo.) Karl Marx chamou a religião de “ópio para o povo”. Os governos esperavam na maioria das vezes que o cristianismo seria extinto em poucos anos sob a pressão, por isso não seria necessário matar todos os cristãos e outros religiosos.
Eu conheço essa pressão pessoalmente, e alguns de meus parentes e amigos foram vítimas dessa perseguição.
O nazismo, por sua vez, não aceitou religião nenhuma, ao contrário do fascismo na Itália, Espanha e certos outros países. Porém o nazismo era um movimento novo e dentro dele teve muitas pessoas, e em tão poucos anos Hitler não conseguiu passar a todos a mesma fé. Himmler, por exemplo, cultuava um tipo de ocultismo estranho, e muitos cristãos, que viraram nazistas sob pressão ou enganados pela retórica de Hitler ou obcegados pelos sucessos dele queriam uma amizade entre o cristianismo e o nazismo.
Para tudo isso o próprio Hitler só teve desdém. Os jovens do partido não aprendiam mais o Pai nosso, mas bajulações que pareciam até preces ao “Führer” Hitler. As reuniões deles foram colocados na hora do catecismo para forçar os jovens de pararem de participar do ensino das igrejas. Milhares de pastores e padres e outros religiosos foram presos. Hitler evitou cultos com muito mais consequência do que os políticos ateus tipo Dilma, jamais orou e também não venerou os deuses germânicos, como alguns pensam. Os neonazista na Alemanha seguem essa linha até hoje. Ninguém deles frequenta igrejas ou lê a Bíblia ou ora. Isso não é especulação, porque existem pessoas que viviam no bunker de Hitler e sabiam de tudo sobre seus costumes. Além disso muitos outros conheciam a ele pessoalmente, e ele nunca deixou dúvidas sobre seu desdém das religiões, sobretudo do cristianismo que lhe era muito parecido com o judaísmo, seu primeiro e principal alvo de ódio e perseguição.
Entre os últimos que falavam com ele estava também minha tia-avó Hanna Reitsch, pilota famosa que sobrevoou 5 mil tanques russos com um avião improvisado de madeira e lona depois de o Hitler perder sua força aérea para salvar o Hitler de Berlim, que foi circundado dos russos. Outros que conheço pessoalmente como o sucessor de Hitler Karl Dönitz confirmaram o mesmo. Outros parentes e amigos foram mortos, minha avó foi estuprada pelas tropas russas que invadiram a Alemanha na guerra brutal entre os nazistas e comunistas, e quase todos perderam muito.
Mas não adianta ser testemunha nisso, porque a maioria dos ateus não respeitam testemunhos e só acreditam no que lhes convém. Essa atitude faz com que eles também não aceitam a existência de um Deus, embora que milhões de pessoas testemunham, e muitos deles têm experiências próprias. Eles simplesmente falam que as testemunhas mentem ou se enganam ou sofrem de fantasias doentias. Por isso, em países dominados pelo ateísmo como os mencionados em cima, testemunhas que testemunham de sua experiências sobrenaturais ou contam do amor de Deus são tratados por psiquiatras, além de serem presos e torturados.

http://www.gutefrage.net/frage/wie-stand-adolf-hitler-zu-den-christen--evangelische--katholiken entre outros

Vasco, o filho fraco, o ... e os ateus
Quando o Vasco começou mais uma vez a ficar fraco e descer para a segundona, um primo da minha esposa perdeu a fé nele, tirou as fotos do time da guarda-roupa dele e não viu mais os jogos. Quando os amigos, sobretudo os flamenguistas, abordavam-no perguntando ironicamente como estivesse o Vasco, ele negou dizendo que o Vasco não existiria mais. Às vezes disse laconicamente “Morreu”.
Certamente o Vasco não parou de existir, mas parou de existir ou, pelo menos, de ter um papel na vida para ele. Ele ficou bravo com o desempenho do time e não queria mais pensar nele e tentou de fazer de contas, como o time (para ele) não existisse mais. Rejeitou o time porque ele não era assim como queria.
Muitos são fãs de seu time até em tempos maus, mas sabemos no fundo do fundo, que futebol é só um jogo e a fidelidade a um time não representa um valor ético. Já diferente foi o caso de um homem da Alemanha. Ele queria que seu filho fosse um rapaz forte, esportivo e bem sucedido igual a ele mesmo. Começou a levar o menino desde cedo para competições esportivos, fez passeios grandes e outro tipo de esporte com ele e inscreveu-o em um clube de futebol, mas apesar de tudo o filho se desenvolveu de maneira diferente.
Virou um menino fraquinho, muito flagelado de resfriados, não gostou de sair em dias frios, não gostou do futebol, mas gostou de ler livros deitado na cama ou de brincar joguinhos e brincadeiras leves, muitas vezes mais com meninas do que com meninos. O pai tentou de tudo, e quando viu suas intenções frustradas, começou a procurar alguns filhos de imigrantes pobres na Alemanha e promover a eles. Em contrapartida não quis mais saber de seu filho de sangue, negou a ele e chegou ao ponto de responder: “Eu não tenho filho.”
Rejeitou o filho porque ele não era assim como queria.
Estes dois exemplos lembram um amigo que tenho aqui no Brasil. Ele cresceu em uma congregação, participou da escolinha, dos adolescentes e aprendeu tocar guitarra com muita dedicação. Mas apesar dessa participação ele não teve o privilégio de uma experiência pessoal com Deus. Ouvi outros falar de milagres nas vidas deles, mas quando ele pediu uma vez para passar em uma prova, para que ele chegou sem preparo porque não gostava da matéria, Deus ajudou nem um pouco e ele saiu pior do que esperava com zero pontos.
Também em algumas outras situações semelhantes pediu por ajuda a Deus, mas nunca aconteceu nada. Será que os outros eram cristãos melhores, que só ele nunca recebeu nada de Deus?Decepcionado ele começou a se afastar de Deus. Convenceu a si mesmo que não foi assim que os outros fossem melhores, mas que eles seriam grandes burros acreditando em coisas sobrenaturais. Seriam mentirosos que testemunhassem de milagres e experiências só para enganar os outros ou por sendo vítimas de alucinações. Agora, na avaliação dele, ele passou a ser o inteligente e bom, e os outros os burros e mentirosos. Rejeitou a Deus porque ele não era assim como queria.
Com certeza, se Deus tivesse atendido aos seus pedidos ou se mostrado em uma forma bem real para ele, ele não rejeitaria a Deus. Mas agora, que ele ainda não conseguiu ter isso ele fala que Deus não existe ou não existe para ele.
A gente pode se convencer de muita coisa. As consequências, aliás, são diferentes. Negar o Vasco, certamente, para os outros fãs, seja um pecado muito grande, mas pessoas mais sensatas vão concordar que não tem valor ético nisso. Tanto faz, se torcermos pelo Vasco ou Flamengo ou Real Madri ou Roberto Carlos ou sei lá que seja. Mas os outros fãs mais firmes iriam dizer que o Vasco precisa da ajuda dos fãs sobretudo em tempos difíceis e um verdadeiro fã não deixa seu clube na mão.
Já o fato de rejeitar seu filho é certamente algo eticamente errado. O filho precisa realmente do pai, embora que chegue talvez o dia que o filho não o precise mais.
Quanto a Deus: Deus não precisa de ser reconhecido por você, nem precisa de sua reverência, quem perde é você se quiser viver sugerir a se mesmo que ele não exista. Você não vai ter uma vida espíritual, nem vai conhecer a Deus, nem vai poder levar outros a conhecer a Deus. Nem falando das consequências graves para sua vida depois da morte.


O ateu e as piranhas
“Um ateu evidentemente nunca teve uma experiência sobrenatural com Deus. Mas ele deve ter amigos ou parentes e sabe de pessoas famosas, que relatam experiências com Deus, incluindo todos os relatos na própria Bíblia. Porque ele não acredita neles? Afinal de contas ele também acredita neles, se eles relatam outros fatos.”
“Bom, também não entendi isso até me lembrar de meu vizinho. Ele namorou com várias meninas e mulheres, vivia com várias delas, mas sempre foi abandonado depois de um tempo. Não sei, o que acontece em casa deles, mas acho que ele simplesmente não sabe escolher as mulheres. Ele arranja mulheres em baladas ou na rua, enche-as com dinheiro, mas depois elas enjoam dele e caem fora. Agora ele não quer admitir que ele faz algo errado ou tem simplesmente muito azar. Segundo ele todas as mulheres são falsas e querem só sugar os homens. Se um homem lhe fala, que a sua esposa é dócil e boa, então ele responde que um dia vai ainda perceber a falsidade dela. Ele não foi beneficiado em conhecer o verdadeiro amor, por isso ele prefere espalhar a opinião que o verdadeiro amor nem existe. Tem muitos homens que falam o mesmo, e tem mulheres, que falam que todos os homens são frios e rudes e maltratam mulheres, porque eles não arranjaram um homem bom.”
“O que essa história tem a ver com os ateus?”
“Não percebeu? Os ateus também são assim como esse homem. Eles ainda não tiveram o privilégio de conhecer a Deus, e por isso eles preferem falar que Deus não existe.”
“Por que eles preferem falar assim?”
“Isso é psicologia. Se o homem, que ainda não conheceu o verdadeiro amor, analisasse friamente a sua situação, poderia chegar à conclusão, que ele faz algo errado. E ele poderia se sentir mal ou criar inveja às pessoas, que conhecem o verdadeiro amor, e poderia se até sentir inferior. Por isso ele foge nessa ideia, que o verdadeiro amor não existe.”
“Agora entendo. O ateu faz o mesmo. Se uma pessoa, que ainda não conheceu o verdadeiro Deus, analisasse friamente a sua situação, poderia chegar à conclusão, que ele faz algo errado. E ele poderia se sentir mal ou criar inveja às pessoas, que conhecem o verdadeiro amor, e poderia se até sentir inferior. Por isso ele foge nessa ideia, que o verdadeiro amor não existe.”


O ateu e o Papai Noel
Uma das maiores provas da existência de Deus é o próprio comportamento dos ateus.
Pensa em uma coisa que não existe, mas de que muita gente alega, que exista, como o Papai Noel. Nesse caso todos falam numa boa sobre o Papai Noel, levando na brincadeira, sem ficar de raiva.
Uma vez eu conheci uma criança, que falou que possui um dinossauro. Ela levou os amigos e também adultos para o quintal e mostrou o dinossauro, que só existia na fantasia dela, e fez movimentos como dar comida ou carinho. Os outros ajudavam, deram também comida e carinho e falavam com o dinossauro. Ninguém fica com raiva.
Eu conheço uma outra criança, que sempre reclama, se os adultos esquecem a oração de mesa. Ele lembra os pais para orarem e pede para, se possível, todo mundo orar. Nesse caso os adultos, que não acreditam em Deus ou vivem brigados com Deus não levam isso na brincadeira como com coisas inventadas como o Papai Noel ou o dinossauro. Eles inventam pretextos e fogem do almoço para não precisarem estar presentes na oração, porque eles sentem muito bem a força de Deus e têm medo disso. Eles fazem, no dia a dia, de tudo para suprimir esse sentimento, mas não conseguem aguentar facilmente uma situação dessas. Através do comportamento deles vemos, que Deus é real.

Coisas reais: Se discute com fervor. As pessoas ficam até com raiva. Exemplos: Genocídios. O turcos negam o genocídio aos armênios. Se vc fala a um turco, que vc ouviu falar, que eles mataram milhões de armênios incluindo bebês, e antes ainda estupraram as meninas, ele vai ficar furioso. Se vc inventa, porém, uma mentira como que vc teria ouvido que os turcos não sabem dirigir ou são todos homosexuais, ele vai somente rir de vc ou mostrar, se muito, uma raiva mais moderada.
O mesmo acontece se vc pergunta nazistas antigos sobre o genocídio aos judeus, ou se vc pergunta judeus a respeito. Os nazistas negam o genocídio aos judeus, mas pela emoção com que eles reagem vc reconhece logo, que vc tocou em uma verdade. Se vc inventa um fato, por mais nojento que seja, por exemplo que Hitler teria transado com a cachorra dele,  o nazista vai ficar muito mais relaxado.



Os ateus e o professor de sociologia da Alemanha
Era uma vez um professor de sociologia alemão que fez férias no Rio de Janeiro. Ele era muito culto, tem dois doutorados e deu aula em uma universidade bem reputada. Ele queria aproveitar a sua estadia no Rio também para conhecer os famosos morros, que alguns são tão famigerados que passam nas notícias do mundo inteiro. Como sociólogo teve interesse de conhecer como as pessoas vivem lá e como os traficantes agem ou até governam aí.
Quando puxou informações na recepção do hotel, foi advertido para não andar como turista em um morro desses. O professor pensou: “Puxa, como essas pessoas simples têm preconceitos. Qual traficante teria interesse em me matar. Nem conheço a ninguém aqui.”
Então ele pediu a um taxista que o levasse um morro. O taxista também achou a ideia do professor muito perigosa, e o professor se convenceu ainda mais, que muitos brasileiros são preconceituosos. O taxista deixou-o na periferia do morro, se recusando de entrar, porque segundo ele dentro só podem circular certos taxis que tem permissão dos traficantes. O professor perguntou ao taxista, de onde ele teria essa informação, e ele respondeu que muitos sabem disso porque é falado de um pra outro. O professor explicou ao taxista, que isso não é uma base suficiente para afirmar algo. Ele, ao contrário, teria lido livros de sociólogos bem reputados da Alemanha, Inglaterra e Suécia, que escrevem sobre traficantes e o dia em dia em favelas, e que o traficante não atua como um doido mas segue a um sistema lógica. E se um deles atacasse um turista alemão, seria fora da lógica, porque não traria vantagem nenhuma ao traficante. O professor saiu do taxi e foi a pé. No outro dia saiu nas notícias, que um turista alemão foi morto em uma favela do Rio de Janeiro.
Era uma vez um homem muito inteligente. Era professor e queria explicar como o mundo é. Quando as pessoas repararam que ele explicava tudo sem mencionar a Deus, perguntaram e ele explicou que Deus é uma invenção humana, porque a Bíblia é inventada como provam vários erros dela. Disse que vive há anos sem acreditar em Deus e se dá muito bem.
Um taxista disse-lhe que seria muito perigoso viver assim, porque poderia morrer e perder a vida eterna, e o professor se convenceu ainda mais, que muitos brasileiros são preconceituosos. O professor perguntou ao taxista, de onde ele teria essa informação, e ele respondeu que muitos sabem disso porque é falado de um pra outro. Além disso já foi muito abençoado na vida dele por Deus e conhece muita gente que testemunha o mesmo. O professor explicou ao taxista, que isso não é uma base suficiente para afirmar algo. Ele, ao contrário, teria lido livros de sociólogos, psicólogos e outros cientistas bem reputados da Alemanha, Inglaterra e Suécia, que mostram que Deus não existe, e que escrevem sobre crentes e o dia a dia deles, e que o crente não conhece essas descobertas científicas, mas age sem inteligência. O professor saiu do taxi e foi a pé. Um dia ele morrerá e irá ao inferno, porque ele desvalorizou a sabedoria dos outros, mesmo que fossem pessoas sem estudo. A não ser, que Deus, na grande misericórdia, faz um milagre para ele:
Quem sabe o professor tem um parente crente, e um dia a filha dele some. Quando ele anda para a polícia e passa um prédio alto, ele recebe o aviso como se fosse uma voz falando no cérebro dele para entrar. O porteiro pergunta para onde ele quer, e não conhecendo a ninguém, ele chuta e fala “Para Pedro”.
O porteiro responde: “Ah, Pedro Oliveira, sei, ele disse que viria um homem. Décimo primeiro andar, apartamento 1108.”
O homem sobe mas antes de poder apertar a campainha, ele ouve ruídos de dentro do apartamento, e reconhece a voz angustiada de sua filha. Aí fica com medo e chama a polícia. A polícia ajuda, e assim ele acha a sua filha, que foi levada por um malandro sob pretextos e promessas falsas. Ele é inclusive procurado por outros crimes, e a polícia o prende e a filha é feliz de voltar para casa.
Não sei, talvez Deus tem piedade desse professor e faz para ele um milagre desse jeito, para ele se convencer, que a fé não é uma invenção, mas é a resposta para explicar o sobrenatural que existe nesse mundo. Mas, pensando bem, é também possível, que Deus até faz tal milagre para dar mais uma chance ao professor, mas este responde: “Isso não é milagre, é tudo coincidência e psicologia.”


O ateísmo e o Mal de Alzheimer

“Deus é o grande fator desconhecido na minha vida. Se soubesse, que ele exista, comportaria me assim como dizem que ele quer que os humanos se comportem. Se ele não existir, porém, iria andar consequentemente por caminhos diferentes. O ruim é, que não se tem certeza nem de um nem de outro.”
“Você não tem certeza? Por que?”
“É evidente que não se pode ter certeza. Eu nunca vi a Deus. Nem senti nem ouvi.”
“Mas deve ter amigos e conhecer muitas pessoas que ouviram ou sentiram.”
“E eu vou confiar neles?”
“Você pensa seriamente, que eles mentem?”
“Talvez nem mintam conscientemente, mas são vítimas de alucinação, psicologia e sentimentos melindrosos.”
“Você ainda ajuda a sua tia, que tem o Mal de Alzheimer, para comprar medicamentos?”
“Claro que sim, o que tem a ver?”
“Olha, até agora ninguém viu nem ouviu o Mal de Alzheimer. Você pessoalmente nem o sentiu. Só alguns conhecidos seus ou outras pessoas sentiam a doença e dos testemunhos deles você sabe dá doença. Quem sabe, a doença nem existe, porque as sintomas são meros efeitos de alucinação, psicologia e sentimentos melindrosos. Não deveria gastar seu dinheiro comprando medicamentos por uma doença, que, ao que parece, nem existe.”
“Que bobagem. As pessoas que contam dessa doença, são pessoas normais e não doentes mentais. Confio neles.”
“Pois é, e as pessoas, que contam e testemunham de Deus, são também pessoas normais e não doentes mentais. Pode confiar neles.”


O ateísmo e o raio globular
Um tipo de relâmpago muito raro é o raio globular, um relâmpago esférico que consiste numa descarga elétrica luminosa em forma circular. O fenômeno ainda não foi totalmente explicado pela ciência, mas presume-se que a descarga tem origem na atmosfera, eventualmente desprendendo-se de uma nuvem, atingindo depois o solo e desaparecendo em poucos instantes. O raio globular pula como uma bola, mas não para o chão, mas em objetos elevados como estacas, muros ou casas. Ele pode passar por objetos e matar pessoas.
Nunca vi um raio globular, somente minha mãe já viu um. Também conheço uma outra  mulher, que já viu um. Acredito na existência de raios globulares, apesar das escassez de testemunhas, porque confio em minha mãe e acho que ela não teria um motivo para inventar uma tal coisa.
Quanto mais uma pessoa, que ainda não conheceu, viu ou sentiu a Deus, deve acreditar em sua mãe, pai, amigo ou outra testemunha, já que ele sabe, que existem muitas testemunhas de Deus.

Anos depois, em 2010, uma pessoa conseguiu ocasionalmente filmar um raio globular, que aparece nesse video no minuto 3.10

 




A perseguição aos alemães e o ateismo
Quando Hans chegou pela primeira vez da Alemanha para o Brasil, ele ouviu pessoas contarem, que alemães foram perseguidos no Brasil na época da Segunda Guerra Mundial. Ele perguntou aos que contaram, como a polícia do ditador Getúlio Vargas proibiu o usa da língua alemã e fechou escolas alemães.
Ele perguntou: “Mas por que o ditador Getúlio Vargas fê-lo? Ele não era amigo de Mussolini, quem era por sua vez aliado do ditador alemão Hitler?”
Eles explicaram que depois o Vargas, pressionado pelos Estados Unidos, entrou mesmo assim na guerra no lado dos aliados contra Hitler e Mussolini.
“Pois é”, respondeu Hans. “Foi pressionado pelos americanos e não por vontade própria. Por isso com certeza não tinha nada contra os alemães.”
Explicaram: “Também não sabemos todos os motivos, mas talvez ele quisesse mostrar justamente aos americanos que ele mudou realmente de opinião.”
“Mas poderia mostrá-lo de outra maneira. Vocês talvez não saibam, mas os alemães são o maior grupo de imigrantes nos Estados Unidos. Tem mais alemães lá do que ingleses. O exército americano está sempre cheio de soldados de origem alemã, e eles não foram perseguidos, mas pelo contrário, alguns viraram até generais e lutaram contra Hitler.”
“Mas, muitos livros escrevem, que os alemães foram perseguidos. É um fato histórico.”
“Olhem, gente, se vocês leem livros, têm que usar a sua inteligência. Essa teoria de perseguição aos alemães é completamente absurda. O Getúlio Vargas não teria motivo nenhum para persegui-las. Essa historia deve ter sido inventada por certos alemães que querem polarizar os alemães no Brasil. Ela é fora da lógica.”
Aí apareceu um velho e falou: “Meu filho, pode ser que não tem lógica nos livros, mas eu sou testemunha. Meu pai foi preso na minha frente porque descobriram que a gente leu a Bíblia em alemão em casa. A gente não possuía uma Bíblia portuguesa, e, além disso, minha avó, que vivia com a gente, não entendia português.”
Hans respondeu: “Olha, se você acha que seu pai foi preso, é certamente porque contaram-lhe tantas vezes essa história que você finalmente acredita nela.”
“Não, estive presente pessoalmente.”
“Acontece, que uma pessoa ouve uma história tantas vezes que depois até acreditou, que você estava presente. Isso é simplesmente psicologia.”
Mais tarde Hans contou tudo a um amigo e concluiu: “Quem sabe essa testemunha falsa ganha com isso e inventa por isso tais histórias.”

Se você, caro leito, acha o comportamento de Hans muito ridículo, lembra-se que é nesse nível que os ateus argumentam. Você pode transferir o diálogo de cima em um diálogo entre um cristão e um ateu. Seria mais ou menos assim:
Quando João chegou pela primeira vez a uma igreja, ele ouviu as pessoas contarem, que existe um Deus que ama a gente e que ele quer que a gente siga a ele, e antes de tudo quer salvar a gente do pecado e da morte.
João perguntou: “Mas por que um Deus iria se preocupar com os seres humanos? E mesmo se ele se preocupasse, ele não teria o poder de salvar a todos simplesmente com uma só palavra em vez de escolher uma solução dolorosa e sanguinolenta?”
Eles explicaram que Deus certamente teria o poder, mas escolheu outro caminho de salvação para a raça humana.
“Pois é”, respondeu João. “Mas isso mostra que suas teorias sobre a existência de um deus são incoerentes e confusas.”
Eles explicaram: “Não são nossas teorias. Talvez queira dizer que acha o agir de Deus incoerente e estranho. E realmente, também para nós elas parecem estranhas. Mas nós não enxergamos o que Deus vê, e não temos a inteligência dele. Deus deve ter as suas razões. De qualquer forma, o fato de que alguém não age com raciocínio nos olhos dos outros não prova que ele não existe.”
“Mas se existisse seria um Deus confuso e mau, e um deus tem que ser perfeito, senão deixaria de ser deus.”
“Mesmo se ele fosse mau, existiria e seria com certeza recomendável andar bem com ele. Mas Deus é bondoso e amoroso. Muitos livros da Bíblia e outros o descrevem assim.”
“Olhem, gente, se vocês leem livros, têm que usar a sua inteligência. Em livros qualquer um pode escrever o que quiser. E eles são confusos, às vezes até contraditórios; são invenções humanas.”
Aí apareceu um velho e falou: “Meu filho, pode ser que não tem lógica nos livros, mas eu sou testemunha. Meu pai sofreu um acidente e caiu em um poço, onde ficou preso. Na hora senti uma voz me falando e uma força estranha me forçando para ir em uma certa direção, e cheguei ao lugar do acidente e salvei meu pai. Antes fui fraco na fé mas agora tenho certeza absoluta, que existe um Deus vivo, que em certas ocasiões age visivelmente. Deve ser assim que ele age em muitos outros momentos da nossa vida sem ninguém perceber.”
“Olha, se você acha, que foi Deus que te ajudou, é certamente porque seu pai ou outros interpretaram a salvação dele como algo sobrenatural, porque ficaram muito felizes. Na verdade era só coincidência que você andou na direção certa, ou talvez tivesse ouvido os gritos dele, mas tão fracos que não se deu conta conscientemente, mas seu inconsciente agiu-se e você começou a andar. Ou seus espíritos se comunicavam em outra dimensão desconhecida.”
“Senti aquela força muito claro, e era um momento muito especial em minha vida.”
“São simplesmente efeitos psicológicos ou seus sentidos produziam efeitos errados. Ou você engana-se a si mesmo. Ou outros botaram essa interpretação dos fatos na sua cabeça. Isso é simplesmente psicologia.”
Mais tarde João contou tudo a um amigo e concluiu: “Quem sabe essa testemunha falsa ganha com isso e inventa por isso tais histórias.”


A vida extraterrestre e o ateísmo
Você acredita na vida extraterrestre?
Não sei qual é a sua opinião, mas existem quatro grupos de pessoas com quatro opiniões diferentes a respeito. Alguns acreditam de sim como o filósofo Feuerbach, predecessor de Karl Marx e do comunismo, que tentou provar a existência de seres extraterrestres até inteligentes em seu livro “Sobre Filosofia e Cristianismo”. Outros acreditam de não, entre eles alguns religiosos que acham que a religião ensina que existe vida só na terra. Muitos não têm opinião e falam que não sabem. Alguns deles tendem para um ou outro lado, outros nem se interessam pelo assunto. Talvez exista mais um quarto grupo de pesquisadores, que já descobriram vida em lugares fora da terra. Se fosse verdade, eles seriam os únicos que teriam um fundamento para sua opinião, porque eles viram a vida extraterrestre ou pelo menos indícios claros para sua existência.
Os do primeiro grupo, que acreditaram já antes na vida extraterrestre embora que não tiveram provas, podem agora ver as publicações e teriam uma base verdadeira para sua opinião que poderia virar quase certeza. Se as publicações fossem malfeitas e os pesquisadores de origem duvidosa, se poderia desconfiar de fraudes de um pequeno grupo de cientistas, que querem enganar o mundo. Mas se fosse um grupo grande e independente, as pessoas poderiam ter quase certeza de que exista vida extraterrestre. A certeza absoluta, no entanto, possuem, só os que realmente viram as provas com seus próprios olhos.
Os do segundo grupo, porém, jamais poderiam ter certeza de sua opinião. Quem acredita na não existência de algo deveria sempre manter dúvidas para ser disposto a abandonar a sua opinião quando aparecer a coisa em questão. Pode ser que tem seitas o religiões, que exigem que os membros acreditem na não-existência da vida extraterrestre, mas eles deveriam ser dispostos de mudar a opinião quando um extraterrestre fosse achado. Assim também os biólogos, que acreditam que os dinossauros sejam extintas, deveriam mudar da opinião se em um lugar esquecido fossem encontrados dinossauros. Se tais pessoas não mudassem frente aos fatos da ideia, não podem reclamar por si uma base cientifica e séria. Quem acredita na não-existência de algo deve ser sempre disposto de abandonar sua opinião e jamais pode ter certeza.

Você acredita na existência de Deus?
Não sei qual é a sua opinião, mas existem quatro grupos de pessoas com quatro opiniões diferentes a respeito. Alguns acreditam de sim como todos os crentes de religiões teistas. Outros acreditam de não como o filósofo Feuerbach, que tenta em seu livro “Sobre Filosofia e Cristianismo” provar que Deus não existe. Muitos não têm opinião e falam que não sabem. Alguns deles tendem para um ou outro lado, outros nem se interessam pelo assunto.
Existe mais um quarto grupo de pessoas privilegiadas, que já descobriram que Deus existe pela própria existência. Já tiveram um encontro com Deus o foram beneficiados por um milagre em uma situação difícil de sua vida. Alguns receberam uma ajuda de Deus de uma forma escondida e não sabem nem com certeza, se foi o dedo de Deus ou simplesmente boa sorte e coincidência. Outros, porém, receberam avisos e milagres de uma forma que exclui a coincidência. Pelo ângulo científico eles são os únicos que teriam um fundamento para sua opinião, porque eles presenciaram o agir de Deus.
Os do primeiro grupo, que acreditaram já antes na vida extraterrestre embora que não tiveram provas, podem agora ver as publicações e teriam uma base verdadeira para sua opinião que poderia virar quase certeza. Se as publicações fossem malfeitas e os pesquisadores de origem duvidosa, se poderia desconfiar de fraudes de um pequeno grupo de pessoas, que querem enganar o mundo. Mas se é um grupo grande e independente, as pessoas podem confiar no testemunho deles e ter (quase) certeza de que exista um Deus. A certeza absoluta, no entanto, possuem só os que realmente viram as provas com seus próprios olhos.
Os do segundo grupo, porém, jamais poderiam ter certeza de sua opinião. Quem acredita na não existência de algo deveria sempre manter dúvidas para ser disposto a abandonar a sua opinião quando aparecer a coisa em questão. Pode ser que tem pessoas fanáticas ou sectárias que defendem com convicção a não-existência de Deus, mas eles deveriam ser dispostos de mudar a opinião. Quem acredita na não-existência de algo deve ser sempre disposto de abandonar sua opinião e jamais pode ter certeza.
Por isso o ateísmo nunca tem base em fatos, mas somente em especulações de pessoas que justamente não sabem nada sobre Deus porque nunca fizeram uma experiência com Deus.

Posfácio:

Essa última frase é verdade? Não existam talvez ateus, que já fizeram uma experiência com Deus e descobriram depois, que não foi um deus, mas outra coisa mais natural, que ajudou a eles?

Bom, vamos pensar em um exemplo. Durante guerras como a Segunda Guerra Mundial muitas pessoas em situações extremas foram salvos por Deus ou receberam orientações. Por exemplo, pessoas em cidades em chamas fugindo pelas ruas que se viram de repente circundadas por chamas de todos os lados sentiam uma força estranha e sem saber porque entraram em uma casa ou porão e acharam milagrosamente um caminho escondido e escaparam a morte. Centenas viravam crentes, ou se já eram crentes, se sentiam confirmados em sua fé. Mas quem sabe poderia ter um entre eles que descobre com o tempo, que não foi Deus quem o salvou. Quem sabe ele descobriu semelhante ao filósofo Feuerbach que era o próprio espírito humano da pessoa que produzia conhecimentos e forças sobrenaturais. Ele talvez descobrisse que em certas situações o ser humano produz certo hormônio, e ele faz que a pessoa tenha superpoderes e assim ela sabe sempre qual é o caminho certo para escapar do perigo.

Queria muito que essa pessoa, se existisse, publicasse sua experiência, porque então os cientistas poderiam produzir um remédio que incentivaria a produção do tal hormônio. A gente poderia comprar o remédio e ter sempre uma pílula consigo. Em momentos de perigos a gente tomaria simplesmente a pílula e ficaria assim com superpoderes e poderia se salvar a si mesmo.
 



Uma das maiores provas da existência de Deus é a existência do ateísmo
Se Deus não existisse, não existiria um movimento mundial para combatê-lo. Vejam só:

Não existe um movimento deles que não acreditam no Papai Noel,
não existe um movimentos daqueles que não acreditam na reencarnação,
não existe um movimentos daqueles que não acreditam em bruxas,
não existe um movimentos daqueles que não acreditam em buracos negros,
não existe um movimentos daqueles que não acreditam em raios globulares,
não existe um movimentos daqueles que não acreditam na sinceridade de políticos,
não existe um movimentos daqueles que não acreditam nas lendas de Homero.

Mas existe um movimento forte, organizado e sanguinolento daqueles que não acreditam na existência de Deus. Ninguém, ao que se sabe, foi morto porque ele acredita no Papai Noel, ou em buracos negros, mas já mais de 50 milhões de pessoas foram mortas simplesmente porque eles acreditam em Deus.
Será que tudo isso seria necessário, se Deus fosse simplesmente uma coisa inexistente, produto de fantasia de pessoas entusiastas ou doidas? Se um adulto acredita no Papai Noel, nem no comunismo, nem na ditadura de Hitler bateu na prisão. Se alguém defende, que também animais têm uma alma, ninguém se importa.
Mas se alguém descobre, que Deus existe, aí os ateus se comportam como um serviço secreto poderoso, se alguém descobre um segredo deles como, por exemplo, uma arma nova e superpoderosa. Se essa arma não existisse e fosse só a invenção de um escritor ou outro mentiroso, ninguém do serviço secreto perseguiria essa pessoa. Mas justamente se ela descobriu a verdade ela é perseguida e o serviço secreto faz de tudo para convencer o mundo, de que essa arma não existe mas figura uma mera fantasia dessa pessoa.

Analisando esse comportamento humano, um observador neutro pode facilmente descobrir, que Deus deve existir, porque os ateus fazem tanta questão do contrário.





Como transformar um país evangélico (ou cristão em geral) em cinco passos em um inferno

Quando nasci em 1962 na Alemanha, ela era um país cristão, no norte evangélico (principalmente luterano e presbiteriano) e no sul católico. Hoje em dia isso não existe mais, nas regiões rurais a população é indiferente e as igrejas ficam mais e mais vazias, e as cidades maiores são conquistadas pelos muçulmanos.
Existem ou existiam até países quase 100% evangélicos, como, por exemplo, até a poucas décadas Dinamarca, Suécia, Noruega e outros. Nesses países quase não existia crime. Por exemplo:
Venda na Dinamarca sem vendedor
Para vender um produto os fazendeiros colocaram frutos e verduras na beira de uma estrada, anotaram os preços e voltaram para o seu trabalho. Quem passava, podia levar uma coisa e deixar o dinheiro numa caixa de papelão ou num prato. Se tiver troco, a pessoa sozinha podia trocar o dinheiro também. Já que as escolas foram excelentes, cada cidadão sabia fazer os cálculos de cabeça, e se alguém levava vários itens deixou o dinheiro certo no prato. Na noite ou na outra manhã o fazendeiro vinha buscar o dinheiro e o resto dos produtos.
O sistema de saúde foi de graça, as estradas excelentes, o meio ambiente conservado, ninguém sonegava impostos, ninguém corria muito atrás das riquezas do mundo, por isso não existia corrupção e todos ajudaram a todos. Quando o ditador sanguinolento Hitler conquistou a Dinamarca queria matar também os judeus dinamarqueses, mas não conseguiu, porque os dinamarqueses esconderam a todos. Isso aconteceu em parte também em outros países por iniciativa de alguns homens bons, mas na Dinamarca foi um sucesso tão grande, que o Hitler não conseguiu matar judeu nenhum. Dos operários e pescadores simples até o rei todos ajudaram.
Quase todos gostavam desses paraísos, mas os ateus, o diabo e seus amigos e alguns outros desgostavam da situação, e também algumas pessoas, que moravam lá, não valorizavam, porque eles não sabiam como é viver em um país com criminalidade, que nem se pode passar na rua sem correr perigos, enquanto nos países evangélicos nem existiam muros ou cercas ao redor das casas, e muitos nem possuíam chaves, porque era desnecessário trancar as portas.
Como é possível destruir uma sociedade bonita dessas? A estratégia do diabo segue normalmente a cinco passos que demoram uns cinquenta ou cem anos, mas no fim acabam com tudo que era bom nesse país. Mas no início ele tem que destruir a base e as raízes do cristianismo. Vejam como acontece:

1. Com o liberalismo e mais liberdades as pessoas começaram a questionar as regras e valores. (Nos países evangélicos mencionados o processo começou no fim do século XIX.) No início eram coisas sem importância como: Para que um professor de faculdade, pastor ou juiz tem que usar um roupão diferente e grande (talar)? Para que as crianças têm que se levantar, quando o professor entra? Conseguindo apoio na população nesses casos simples foram sempre mais ousadas e ultrapassaram a linha questionando as cruzes em prédios públicos, o ensino religioso, os direitos das igrejas, a necessidade a formar um casamento entre um só homem e uma mulher, e assim por diante, confundindo as mentes e colocando rachas entre o povo e as igrejas.

2. O feminismo agrediu, entre outros, a família tradicional e disse que o homem não seria mais o chefe da família. Grande parte dos homens não queria brigar e não sabia fazer nada contra a desobediência das mulheres e se retirou, procurando satisfação no trabalho ou  em outros lugares. Mas as mulheres, muitas vezes bajulando a criança e dando com excesso tudo a ela, são muitas vezes submissas à criança e assim é a criança, quem decide na família e assim a criança carece de orientação e liderança. De qualquer forma a criança vive em uma confusão em que ninguém obedece a ninguém e aprende desobediência em vez de obediência.

3. O homossexualismo agrediu as famílias e igrejas e disse que não seria mais necessário um homem namorar uma mulher e vice-versa. Esse grande desafio que Deus pôs para os homens, que um homem tem que viver com uma mulher, embora que as mentes e sentimentos de homem e mulher sejam muito diferentes, para um aprender do outro, foi negado e dito que basta um homem viver com seu amigo e transar com ele, o que é muito mais prático. Ou ele poderia ser pelo menos bissexual, para aproveitar um maior número de possíveis parceiros sexuais.

4. O ateísmo. Os cristãos tentam defender os valores a partir do momento, que certa linha é transpassada. Eles falam, por exemplo, que Deus quer, que um homem tope o desafio de viver com uma mulher. Esse argumento as feministas e homossexuais não conseguem derrotar, por isso precisa-se do ateísmo. Por ele a existência de Deus é negada. Sem Deus tudo é lícito, ninguém pode mais dizer, que Deus quis aquilo ou proibiu aqueloutro. Tudo vira lícito. Muitos têm ainda mesmo sem frequentar mais as igrejas os valores cristãos na cabeça, outros, porém, começam a aproveitar o sistema para enriquecer ao custo dos outros, prejudicar os outros e fazerem outras coisas erradas. Os fazendeiros não podem mais deixar os seus produtos na estrada sem ninguém vigiá-los, senão alguém para e leva toda a caixinha com dinheiro e mais.

5. O islã começa invadir esses países. Imigrantes muçulmanos no início são pacíficos, mas em ruas ou bairros, onde são fortes, começam logo a agredir e ameaçar os outros, a criminalidade com mortos e estupros de moças cristãs aumenta. A maioria tem ainda a educação pacifica cristã na mente e não adere à violência para se defender. De qualquer forma não são mais um grupo homogêneo, mas se trata de cristãos, ateus, nihilistas e outros, e cada um tenta de se salvar de sua maneira, procurando aliança com os muçulmanos ou enfrentando a eles. Alguns começam a pagar com a mesma moeda, mas provocam assim ainda mais violência dos muçulmanos e dão um bom pretexto para eles acabarem como retaliação com os últimos cristãos nos países deles. A confusão e o medo crescem, e o islã vira até uma atração para a população, porque uma moça que vira muçulmana é protegida contra estupros, e um rapaz que vira muçulmano vai ser novamente chefe em sua família e mandar em sua esposa até com muito mais privilégios do que antigamente na época cristã.

Como vai ser exatamente o futuro de tal país, não podemos saber, mas para ter uma ideia podemos ver o que acontece em países, onde os muçulmanos ganham uma maioria. Quando eles viram o maior grupo religioso no país ou em um estado ou em uma cidade já começam a perseguir os outros, mas ainda não têm o apoio do governo central. Um exemplo atual é Nigéria, onde destroem igrejas e matam muitos cristãos, embora que o governo está ainda não nas mãos deles. O Líbano nos anos 70 era assim, os muçulmanos, antes uma minoria, equipararam os cristãos pelo maior número de crianças que as mulheres deles dão à luz e pela proibição de um muçulmano virar cristão ou seguidor de outra religião. E começou a guerra civil até que eles derrotaram os cristãos, expulsaram-nos do governo e tomaram o poder. Se os muçulmanos governam, os cristãos e outras religiões viram minoria suprimida. Oficialmente os muçulmanos não podem matar os cristãos, porque o próprio livro sagrado, o Alcorão, os protege. Só são permitidos sequestros das crianças deles para transformá-los em muçulmanos e estupros para pressionar e intimidar os cristãos ou as mulheres e meninas deles (Alcorão, Aya 3.22). Além disso, os não-muçulmanos têm que pagar mais impostos. Assim dentro de poucas décadas a população cristã diminui. Para matar os outros os muçulmanos precisam de um pretexto para dizer que os cristãos começaram com a guerra, ou precisam que um líder muçulmano reconhecido declare a guerra santa. Mas às vezes é assim que em uma aldeia do Egito os muçulmanos abordam os cristãos e falam que os americanos acabaram matando um muçulmano no Afeganistão, e por isso queriam-se vingar. Sob esse pretexto incendeiam igrejas, matam ou estupram. Claro que isso nenhum ateísta, feminista, homosexual ou liberal exagerado queria, porque assim também eles perdem tudo, mas depois não tem mais como voltar aos tempos passados e todos têm que se submeter.
Essa guerra terrível esta se alastrando pelo mundo, mas no Brasil, que por enquanto não é afetado, os cristãos relaxam, não valorizam a liberdade e muitos já começam a destruir as raízes cristãs.

Países em fase final da exterminação dos cristãos são Síria, Egito, Iraque, Paquistão e muitos outros. Em alguns países como Arábia Saudita eles já são extintos oficialmente.
Um país com equilíbrio entre os cristãos e muçulmanos é Nigéria, onde os muçulmanos suprimem os cristãos em regiões, onde eles têm a maioria, matam milhares e capturam as meninas que são estupradas até virarem muçulmanas. Só se elas se recusam por semanas elas são liberadas, mas como sinal lixam-lhes o mamilo direito na soleira da casa ou mutilam-nas de outra maneira.
Um país entre os dois extremos é o Libano. Nos anos 70 os cristãos perderam a maioria por causa da maior fertilidade dos muçulmanos, e foram derrotados em uma guerra civil. Agora são uma minoria e têm que se adaptar. Depois do fim da guerra sanguinolenta o país se aclamou. Os muçulmanos  lutam também entre si e com Israel e Síria, e por isso não se ouve mais de matanças. Também acharam um sistema para todos tiverem seus deputados no parlamento. Mas a pressão é contínua e o número dos cristãos desaba, e o estupro impunível de meninas cristãs de outros países, que trabalham como empregadas em famílias muçulmanas do Líbano, é considerado como algo normal e natural.
Em quase todas as regiões, onde muçulmanos vivem com outros, os outros são tratados com violência. Alguns grupos como os hindus e os comunistas respondem na mesma moeda. O cristão tenta ser pacífico, mas não todos aguentam ver seus familiares mortos e estuprados sem se defender. Mas cada defesa dá outro motivo para os muçulmanos. Assim como Hitler aproveitou um atentado em que um judeu matou um alemão para matar milhares, os muçulmanos se vingam cruelmente se um deles é ferido ou morto.

Quando o Brasil vai começar a declinar nessa trajetória? Já começamos com os primeiros passos.